30 de agosto de 2010




Hoje vim assado: O momento buzão é um momento solitário no meio da multidão. Nele, posso filosofar sozinho e chegar a algumas conclusões que postarei aqui ao longo dos posts. Segue aqui a primeira conclusão séria: o problema do mundo é realmente a super população. O excesso de pessoas no mundo faz com que qualquer recurso se esgote. O recurso de andar de ónibus sentado, de ir ao banco sem pegar fila, de ganhar na mega-sena sozinho, de ter alguma influência sobre as mulheres, de fazer a diferença no mercado de trabalho que se atua, de conseguir comprar uma promoção sem ter que ficar fazendo plantão em sites de compra, enfim, vários seriam os benefícios de uma população mais enxuta. Para tanto proponho o "mate um por dia". O projeto "Mate um por dia" consiste apenas no extermínio de pessoas indesejáveis. Se cada um de nós matar uma ou duas pessoas, pelo menos, teremos uma diminuição significativa de pessoas e aos poucos já notaremos a diferença nas ruas. O comprometimento de todos é essencial para o sucesso da ação. A meta é, de acordo com o Jeremias muito louco, "se eu pudesse eu matarra mil". Comece agora. Escolha criteriosamente suas vítimas, mulheres e crianças por último, por favor. É só para darmos uma enxugada geral como paleativo para a crise hiperpopulacional vigente. Lembrem-se, é para um bem maior. Ah, hoje vim de camisa amarela ovo (é outra) com uns arabescos brancos na frente e com gola e ponta das mangas em branco. Gosto de camisas assim, faz eu parecer mais gato, sei lá. Calça jeans básica e ténis preto e prata da Fila. Na foto não dá para ver, mas dou para o gasto sim. Ainda mais depois do projeto Mate um por dia, menos serão os homens disponíveis nas ruas.

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