25 de outubro de 2010




Hoje vim madrugado: um começo de dia esplêndido. Uma noite tranquila mesmo sendo curta. Uma companhia dócil e amável.
Mesmo tendo visto o dia nascer, consegui uma tranquilidade amena. Gosto dela do meu lado e isso me motiva a mais uma semana enquadrado no sistema global capitalista.
A felicidade está nos pequenos intervalos da rotina. Se achamos que tudo está mal é só esperar o tempo conspirar a nosso favor. Aprendi isso no tapa. É verdade que as vezes me esqueço de praticar, mas a vida é um eterno aprendizado.
Sintam-se bem comigo.
Minha camisa preta BSC é repetida e me faz mais magro. Parar de beber coca-cola no almoço também. Depois de um elogio motivacional passarei a usar mais calça jeans e camisa básica. Tênis no pé só para mostrar conforto e descaso ao sistema. Vou, inclusive, parar de alertar sobre meus modelos repetidos. Não posso ficar depondo contra mim.
Vim em pé para variar. Preciso crescer…. e comprar uma moto.
Se BH fizesse só 18º no sol e, que, metade das pessoas que aqui residem fossem imediatamente transferidas para Marte, acredito que se tornaria numa boa cidade para se viver. Quando eu for eleito farei planejamento e revitalização visual das fachadas, limpeza urbana das ruas, capacitação educacional aos atendentes do Mac Donalds, cafézinhos free para os policiais nas padarias e lanchonetes e vigilância 24h nas zonas boêmias da cidada para as pessoas transitarem mais a pé. O problema é que alguém pode querer me assassinar. Eu não preciso ler jornais virtuais, mentir sozinho eu sou capaz, não quero ir de encontro ao azar.
Quero ser herói para as pessoas que me consideram. Inverter os valores competitivos sem ser beato. Sou meu próprio Deus diria minha namorada.
Analisem comigo: Já tenho o meu mundo, tenho o poder da criação (mesmo que tolido por clientes ao longo de minha carreira), já nasci de novo aos 18 meses de vida, já tive barba, bigode e cabelo comprido; tenho seguidores (@rogeriosol). Sou ou não sou meu próprio Deus?

Música do dia: Cowboy fora da lei - Raulzito
Cena do dia: pisar num chicletes derretido na escada do buzão.
Frase do dia: O pior do buzú é o brasileiro.

Nenhum comentário:

Postar um comentário