30 de novembro de 2010





Hoje vim camuflado.
Me esquivando dos problemas atuais. Fugindo para preservar minha vida.
A trincheira é a da Contorno. O caveirão é meu tubarão baleia. Minhas armas? Não uso armas, só a conversa, a compreensão e o desejo de recomeçar. Eu sou da paz.
Uma homenagem póstuma aos que morreram de alguma maneira com a guerra.
Vim de carro. Hoje tenho carretos pessoais a fazer. Parei longe e vim me rastejando para escapar das balas e jujubas perdidas.


Música do dia: Tropa de elite / Tijuana
Frase do dia: Peço para sair. Peço para sair. Fanfarrão 05.
Cena do dia: Ver o Elias ficar maluco e avistar o Fernandi-nho à beira-mar.

29 de novembro de 2010




Hoje vim desenhado.
Tudo na vida é igual a uma história em quadrinhos.
O fim pode ou não ser feliz.
O spoiler que eu nunca quis ler, mas que nos quadrinhos anteriores foi se tornando previsível. Detesto histórias assim.
Sem super-herói e donzela em perigo, o enredo fica sem graça.
Tiragem única, de raridade comprovada.
Talvez a minha autobiografia explique com detalhes esse dia 29 de novembro.

Cena do dia: Ver o mundo inteiro como algo irreal, criado apenas para nosso entretenimento.
Música do dia: trilha sonora do jogo Mario Bros
Frase do dia: Puta! Corno!

26 de novembro de 2010


Hoje vim ensopado.
Belo Horizonte precisa de mais vagas, menos pessoas e mais marquises nos prédios.
Se o queima-queima do Rio de Janeiro tivesse acontecido em BH, os bandidos não teriam tanto sucesso. Fogueira não pega na chuva. Acho, até, que eles iriam abrir os vidros dos carros para a água molhar o estofado e DVD player com GPS, em represália.
Dormi super tarde. Quinta intensa = quintensa.
Sexta feliz = sexliz
Logo logo, ela chega.
Bom pra mim e para meu sorriso.

Frase do dia: tô ficando molhadinho
Cena do dia: minha mochila cainda numa poça a metros da entrada do prédio
Música do dia: Chove chuva / biquini cavadão

24 de novembro de 2010



Hoje vim sepia.
Esperançoso e especialmente exaurido.
Fui flertar o futuro.
Ganhei gostosos galanteios.
Homem hannibal.
Inteligência intrínseca inigualável.
Juro jogar justo.
kkkkk.
Lamento lutar localmente.
Metade menina, metade mulher.
Nada, nada, nada.

23 de novembro de 2010



Hoje vim preparado para o pior. Fui ao encontro do orçamento de parachoques perfeito.
Muita oficina feia, muito sorriso banguelo. Muito achismo e rebimboca da parafuseta.
Orçamentos de 1800 a 300 reais.
Mecânica e lanternagem deveriam ser ensinados no primário.
Mecânicos ganham mais que designers. Pelo menos minhas unhas estão sempre limpas.
Os carros ou extensões psico-penianas merecem todo o cuidado do mundo. Serem jogados nas mãos de porcos engraxados phd's em engenharia mecânica empírica. Uma oficina de perto é a visão do inferno.
Desmontam seu carro com o descompromisso natural da classe. Aquela porquinha que fica dentro da porta e que é responsável pelo não-barulho hiper incômodo é jogada no chão e misturada a milhares de outras de outros desmanches anteriores. 
Funciona quase como uma mixagem automobilística.
O sistema nos corrompeu. Há séculos.
Vivemos a virada dos valores. Estamos na eminência do caos apesar de já estarmos vivenciando-o.
Sucumbamos aos prazeres do capitalismo. Troquemos de carro, de casa, de vida e também, de valores.
Cérebros adaptados a preços imperdíveis. Não percam.
Ontem li na capa de uma revista na banca "Melina descobre gravidez de Diana e decide matar o bebê!"
Dúvidas? Vai reclamar com Deus que agora está do lado do Roberto Marinho.
O preço da inteligência é a angústia causada pela impotência.



música do dia: Crua / Otto

Frase do dia: Sou eu assim sem vc  / VOZ DE ADRIANA CALCANHOTO

Cena do dia: Presenciar a graça desgraça que há no riso do mecânico banguelo.

22 de novembro de 2010



Hoje vim recapitulado. Esses são meus 3 dias ausentes do blog. Além de muito trabalho na pauta, vivo um gap de inspiração. Continuo a me registrar visualmente mas sem muito o que dizer. Fico com medo de ficar muito exposto através dessa mídia. Paparazzis já me perseguem nos shoppings e ruas da Savassi. Ainda mais depois que o Censo 2010 usou minha tatuagem como marca. Sou um emergente decadentemente conhecido por ser totalmente anônimo. Estou aqui para incomodar.
Me sinto túrgido de emoções, sensações, referências e insights. Nada mais sai dessa esponja cinzenta. Não por agora.
O mal do século me afeta desde o século passado. É cada vez mais difícil ter identidade numa sociedade baseada no consumo e na competição. Deus se confundiu ao me por nesse momento da evolução. Sou da época medieval, onde a competição gerava morte e não stress.
Tenho tudo para ser feliz, mesmo assim a mídia me rouba isso e me deixa puto comigo mesmo.
Não, não vou me suicidar. Não antes de ter realizado o sonho de dar a volta ao mundo. A pé.
Ou seja, falta um tempinho ainda para eu morrer. Desfrutem de mim enquanto é tempinho.


17 de novembro de 2010




Hoje vim apavorado.
Lá do nonagésimo oitavo andar mal eu conseguia ver os carros. Muito menos as pessoas. Todas as linhas de fuga fogiam de mim em direção ao infinito que terminava no asfalto e nos telhados das casas.
A tábua que eu estava sentado era solta em ambas as pontas. Da largura de, no máximo, 2 palmos. Ventava muito e isso me dava vertigens típicas de homens virgens. Eu não, sou de gêmeos.
Minha mãe e a Clara voavam sem medo, por perto, tentando me passar alguma segurança. Em vão. Eu tremia de medo e frio por causa dos ventos típicos da estratosfera.
Fiquei horas balançando e me perguntando: Como eu vim parar aqui?
O fato é que a resposta não mudava o cagaço. Estava, praticamente, numa cadeira de balanço há trocentos metros de altura. E, eu nem sabia voar.
Acredito que minha mãe tenha encontrado os paraquedas que utilizei, voando sem destino. Eles não vinham com mochila e por isso, tive que me agarrar forte às cordinhas soltas.
Agarrei minha mãe e a Clara e pulei quase que para um suicídio. Só me lembro do toque de minha botinha "buddypoke" num telhado de amianto de uma casa humilde que era vizinha do arranha-céu. Entramos igualzinho ao papai noel, só que sem chaminé.
Aterrisei suave, mas estou tremendo até agora.
Depois desse sonho, não me lembro de mais nada que acontecera a caminho da Intra.
Vim de camisa coringa, literalmente. O casaco azul reforça a cor dos meus olhos que refletem o cinza chumbo das nuvens carregadas de lágrimas de crocodilo dundee.


Frase do dia: Madeira!
Música do dia: Vamos pular! Vamos pular! Vamos pular! Banda pop dos anos 80: Sandy e Júnior
Cena do dia: Ver minha mãe e minha filha nadando no ar sem engolirem a água da chuva.

16 de novembro de 2010




Hoje vim desnorteado. Acordei lesado pelo fim de semana emendado. Sem saber se tinha ou não que vir trabalhar.
Só tenho um propósito hoje: contactar o cara que bateu no tubarão baleia. A prensa acontecerá em breve. Só tenho medo de ser assassinado na oficina que ele me indicou. Torçam por mim. Acidentes no trânsito podem matar mesmo que você esteja usando cinto.
Nego engaveta em 2 carros, argumenta que não tem carteira, se podemos aliviar no BO para deixar de me atender no celular para ganhar tempo para arranjar dinheiro. Eu sou muito bom mesmo. Vou ser canon nizado.
Vim com a camisa do Catch a fire para me manter mais calmo e tranquilo. Azul marinho + agasalho listrado PB + anorak preto articulado no bazarseu.blogspot.com
Música do dia: Wild Jungle / acho q se chama assim, sei lá.
Cena do dia: Palavras cruzadas de uma usuária do ônibus aberta na página: Cuidado com as cobras.

12 de novembro de 2010

 


Frase do dia:  Afinal, o que querem as mulheres?
Eu sei, eu sei, dirão os engraçadinhos.


No divâ laboral: Débora, Mariana e Simone.



Hoje vim alternado: ônibus errado + táxi em linha reta para minimizar meu atraso.d
Dormi em outra cama para sonhar outros sonhos.
Camisa goiaba combinando com calça verde clara. Pareço uma planta.


No futuro, inventarei a vasectomia sentimental. Ficarei rico com isso. E, talvez, feliz de uma maneira medíocre.
Cenas do dia:
1.adesivo colado num kadett com os dizeres: Eu amo a minha esposa.
2. Mariana jogando peteca com o pão de queijo afim de evitar a catástrofe da queda do mesmo no carpete.
Música do dia: acho melhor não revelar o que ecoa em meu cérebro no momento.

11 de novembro de 2010




Hoje vim meio mudado. Capaz de brincar, sendo paciente com meus pais. Acredito que eu deva parar logo de beber coca-cola. fiz umas continhas burras e vi que a coca é, praticamente, 1/3 do custo de meus almoços rotineiros.
A coca-cola apesar de deliciosa é um líquido mais caro que a gasolina e não leva ninguém a lugar nenhum. Acredito que só ganho com essa decisão. Se alguém, ainda assim, quiser me oferecer uma latinha, não se policie, eu irei aceitar.
O dia é cinza e por isso estou em grayscale.

frases do dia:
1. pelos poderes de grayscale.
2. escape from reality.
música do dia: bohemian rhapsody / queen.

10 de novembro de 2010




Hoje vim relaxado. O momento é de reflexão.
A vida é para ser vivida.
A vinda, também, é para ser vivida.
Olhar diferente o cotidiano nos faz melhores.
Um horário diferente do ônibus (busão para os íntimos) já proporciona novas experiências. Vim até sentado, acreditam?
Menas gente, menas problemas, menas empurra-empurra.
Vim com uma camisa da Element com a estampa "A árvere somos nozes". Os tons combinam com a calça verde musgo confortabilíssima.

O capitalismo que karl Marx não conheceu:
é ele que te faz querer trocar de carro, de computador, de roupa, de casa, de vida, de companhia e de emprego.
sua ansiedade, azia, mal-estar e dor de cabeça, impotência, são culpa dele também.
seu stress, sua vaga roubada, seu retrovisor arrancado, sua família desunida, seu pesadelo de noite, seu terno fora-de-moda, sua gravata que não combina, seu sapato apertado, seu ônibus lotado, os buracos das ruas, seu pneu meia vida, sua vida meia vida, sua meia furada, seu dólar furado, seu joanete, sua pulga atrás da orelha, seu piercing no umbigo, seu cofrinho à mostra, seu portão eletrônico que não abre, seu vizinho que deixa o alarme do prédio gritando, seu fantástico, sua zorra total, seu domingo legal, seu sofá amassado, sua geladeira barulhente, seu forno que não esquenta, sua churrasqueira que suja, sua barba que cresce, seu sorriso amarelo, seus óculos engordurados, sua marquinha de biquini, seu filét com fritas, sua coca ks com gelo e limão, seu self service com mais de 100 variedades, seu cartão de crédito estourado, sua barriguinha de chopp, seu futuro incerto, o efeito estufa, o el ninho, sua rasteirinha, seu pretinho básico, seu relógio já inútil, seu controle remoto sem pilha, sua vontade de big mac, sua vontade de viajar, sua vontade de ficar em casa no fim-de-semana, seu blush em excesso, seu tempo curto e seu celular sem wi-fi também são culpa dele, o captialismo
seja isento. desligue a tv. durma muito. ande. olhe para o céu. converse com todo mundo. almoce só quando tiver fome. veja beleza no asfalto. não repare nos outdoors. ouça música boa. ouça música ruim e dance como se estivesse sozinho. beije de língua. durma de olho aberto. ande pelado em casa. ande pelado de noite nas ruas. xingue seu deus. grite no topo do mundo. dirija de olhos fechados. critique. elogie. aplauda. cale-se.


música do dia: metero da paixão / luan santana. pronto, parei.
cena do dia: chegar no andar da agência e ver os intragencianos sentados no corredor, pois, ninguém tinha chave para entrar.
frase do dia: aqui se compra, aqui se paga com dificuldade.

9 de novembro de 2010





Feriado à vista! ou em 2x sem entrada no cartão bhbus.

Hoje vim encostado. Encontrei um poste desocupado dentro do buzu. Nele me encostei simulando o conforto de estar sentado.
Optei por vir mais rápido e em pé.
Amanhâ faço diferente, juro.
Custei a conquistar meu lugar no buzão.
Vim com uma calça vermelha a la Fiuk. Camisa preta quase cinza. Estou estranho e por isso pus uma roupa estranha. Depois melhoro.


PENSAMENTO
Os filósofos eram usuários… de ônibus.
O contato físico direto com a massa proletária de pé é efetivamente capaz de te transportar para outra dimensão. A dimensão metafísica. Nessa experiência sinestésica, coloco em prática, diariamente, dois postulados físicos: 2 corpos quase ocupam o mesmo lugar no espaço e o teletransporte como forma de abstração à crua realidade.
Nesse último postulado, encontramos a cachaça, a maconha e o LSD como métodos alternativos eficazes para esse objetivo. Sendo, a cachaça a mais barata e efetiva delas.

PARTICIPEM DO " QUIZ TRISTEZA":
Qual o propósito do trabalho?
(    ) Ganhar dinheiro
(    ) Juntar dinheiro
(    ) Gastar dinheiro
(    ) Acordar cedo
(    ) Dormir preocupado cedo para conseguir acordar cedo descansado do dia de trabalho que acabara de acabar
(    ) Ter patrão
(    ) Acatar as mazelas dos clientes
(    ) Poder dizer na mesa de um bar às 21:15 de um dia de semana: Tenho que ir, amanhâ eu trabalho.

Música do dia: Segura o tchan! / Tchan. pronto, já parei.
Cena do dia: Mulher-Tanajura usando sua bunda como forma de desapropriação de espaços nobres dentro do ônibus. Mas, o cabelo chapinha, a unha vermelhinha e a sandalinha rasteirinha estavam lá, super na modinha tosquinha. Ela tava "sissy" Sissintindo a tal.
Frase do dia: Ah, o verão! Os corpos suados, a roupa melando, os sorvetes derretendo, o sono depois do almoço e os vagabundos bebendo aquela cerveja gelada na porta dos bares da savassi logo cedo.

8 de novembro de 2010



Hoje vim cheio de dedos. vim de preto. camisa reggae nation comprada na sexta-feira durante a hora do almoço.
Sabe aqueles dias que você não quer se expressar?
Nem meu diário visual precisa saber de mim.
Mistura de sono com vontade de sumir. Sugado por meus sentimentos.
Pareço uma azeitona em boca de banguelo. Uma hora serei cuspido dessa dimensão para cair em mim. Aí eu levanto, sacudo a poeira e dou uma arrumada nas minhas gavetas psicológicas.
Minha mão é gigante ou o mundo tem se tornado menor?

5 de novembro de 2010



amar ela
amar é linha
lar anja
ver melho
lar ver de lar, anja
amar anja
preco branto
az ula nil


Hoje vim incomodado. 
Dormi mais tarde que o normal e acordei mais cedo que o usual. Passei por um sono conturbado. Algo físico. Sem uma sensata explicação, apesar de eu saber exatamente o porquê. Foi mais forte que eu.
Vim com uma camisa q eu adoro. ela estiliza a silhueta do ópera house. Já está comigo há anos e nem demonstra sinal de desistência.
Preciso praticar mais a neurolinguistíca. Pratico tanto a neuro como a linguística, separadamente. Juntá-las tem sido foda.
Foda mesmo é gastar grana comprando lanche e chegar na agência e ter lanche free. Quase aluguei um outro estômago para estocar os quitutes.


música do dia: Caladinha > essa música tem autor ou faz parte da crendice popular?
cena do dia: ver as camisas que eu quase comprei ontem com 50% de desconto hoje. entrei e fiz uma miséria. tipo Bill Gates no shopping Oi.

4 de novembro de 2010


Hoje vim eternizado e quadriculado. Sou eu aí nesse impresso. Estou na mesma posição. Postal comemorativo de 40 anos da Fuma em 1994. Ano que entrei na faculdade.
Autor das fotos: Weber Pádua
Colecionador do postal: Wenderson.
Na foto de hoje não dá para ver, mas estou muito bem vestido. Camisa azul para ressaltar os olhos, calça jeans e camisa branca por cima. Tão sobre tão.
Resolvi começar a investir em produções motivacionais.
Estou fudido e bem vestido. Vamos ver até quando...

Cenas do dia:
1. Capotagem cinematográfica de um motoboy em frente ao tubarão baleia.
2. Achei um cabelo branco saindo do meu nariz. Será que minha nareba é mais velha que meu corpo? E quem fez essa troca de peças ingrata? Deve ter sido na fábrica de Deus.
Música do dia: Pneus de carro cantando para parar antes do motoboy entrar por debaixo do carro.
Frase do dia: Não contavam com a minha astúcia.

3 de novembro de 2010




Hoje vim finado do feriado. curto uma quase ressaca.
incrivelmente o buzu estava vazio. com umas 10 pessoas no máximo.
pude escolher onde sentar. por isso sentei no banco amarelo ovo dos idosos.
o barulho da rotina é ensurdecedor e stressante.
o clima ameno amenizou o resultado.
quero mais feriados. que tal amanhâ?
camisa preta, calça jeans e tênis sem meia. fórmula de sucesso cantada por ela.
estou usando indiscriminadamente. é o meu feio-básico.

música do dia: ronco dos motores na amazonas
frase do dia: etam
cena do dia: vários assentos vazios em plena hora do rush

1 de novembro de 2010




Hoje vim abusado. De pés para o ar. Acordei as 5, malandrei até 5e20, tomei banho e saí de Curvelo um pouco antes de 6 da matina.
Estrada molhada, som calmo, o dia amanheceu cinza como um elefante. Pra variar peguei um leve engarrafamento na chegada perto dos motéis.
Fico imaginando se todas as suítes estavam sendo usadas nessa hora.
Cheguei na hora H. Louco para acabar o turno e eu ir para minha cama dormir e acordar amanhâ na hora que meu relógio biológico despertar.
A novidade fica por conta do cabelo recém-cortado. Senti a necessidade de suavizar o capacete que se formava com o corte anterior. Antigamente, eu deixava meu cabelo crescer sem muita interferência. Agora, depois de velho, estou cheio de frescura. Não pode ter ponta arrebitada, não pode parecer emo, não pode ficar chanel e muito menos, cabelo do He-Man.
Só mesmo quando me tornar um eremita conseguirei esse desprendimento novamente.

Pergunta do dia: Por que o ato de mostrar o pé em rede internacional é tão agressivo e o fato de usar camisa de time de futebol com o nome atrás descombinando com a bermuda surfista, boné por debaixo do capacete e o chinelo pranchão sejam completamente aceitos na sociedade incoerente? 
Frases do dia:
tira o pé do chão, vai! vai!
tira o pé da minha janta, vai! vai!
rogerão e o pé de feijão.
dá o pé louro, bica não.

Música do dia: Coqueiro / Mestre Ambrósio
Cena do dia: ousar mostrar meu pé para a webcam enquanto ninguém estava na agência.