31 de janeiro de 2012
Hoje vim defumado
Estou fedendo churrasco.
Comi picanha esturricada e agora transpiro boi pelos poros.
Meu estômago se assustou depois de passar tanto tempo deglutindo frango.
A felicidade está na estrada. Não tem nada a ver com as 2 primeiras linhas mas, e daí?
Tenho que ter coerência em minhas sinapses?
A dança faz bem para a alma. A cerveja bem ao pessimismo. O dinheiro aos credores.
A esperança é a última que morre.
Sei que sempre reclamo, mas hoje faço plim plim.
Estou acima do bem e do mal. Não devo nada a ninguém, a não ser para o Dudu.
Devo, não pago. Nego enquanto puder.
O carnaveillon está chegando e logo logo o ano vai começar.
Tenho vários projetos na cabeça, na gaveta, no HD e nas mídias sociais.
Ainda não contei para quase ninguém que tenho blogado novamente. Tenho vergonha de pensar teclando.
Me exponho tanto que fico ruborizado na ponta dos dedos. Até meus olhos ficam vermelhos depois da meia noite. E eu não sou o coelhinho da Páscoa.
Frase do dia: A la Bial, venha aqui para fora nadar no Rio das Velhas pequena porção de picanha de boi.
Cena do dia: Deixar a estrada no domigo com o céu amarelo e 2 arco-íris paralelos.
Música do dia: Nós gatos já nascemos pobres, porém já nascemos livres. Senhor, senhora, senhorio, felinos não reconhecerás (nunca entendi esse finalzinho).
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