Nada como um dia após os outros.
Há tempos não tinha um dia tão produtivo.
Até cartório eu encarei. Não, não estou correndo com a papelada para casório nenhum.
Só fui reconhecer firrrrma.
Senti a feiura belorizontinha na pele. Não sou lá o galâ da cidade (apesar de ainda dar um caldo) mas "pelamordideus" o que vi foi um cenário do inferno.
Banguela, chapinha de he-man em homem, traveco dando mole e taxista querendo me atropelar. Chego em casa e vejo o jornal nacional meio assim como quem não quer nada, de soslaio e adivinha? Só desgraça. Inundação, tiroteio, atentado bomba.
O mundo continua medieval e nós nos dizemos evoluídos.
Mas vai lá no facebook para você ver: só tem gente feliz, viagens internacionais e links duvidosos. Viva a globalização.
Música do dia: Aquela chiclete do Arlindo Cruz passeando pela Rede Globo.
Frase do dia: Não é mole não meu irmão, não é mole não....
Cena do dia: Suburbano com cabelo tingido de amarelo, corte do HE-MAN e chapinha, muita chapinha. Parecia uma casinha de sapé aterrisada na careca do infeliz.
Nenhum comentário:
Postar um comentário