Passei o fim de semana me fotografando.
Passar para a outra extremidade da câmera é bem desconfortável. Sorrir sem achar graça, seduzir a lente 50mm depois de sair correndo após o click.
A verdade é de graça e não é nada bela.
Testei algumas produções de roupa e percebi que estou umas 20 arrobas além do ideal. Nada que o liquify do photoshop não fosse capaz de consertar.
O projeto agora é não sacrificar a balança, ou seja, ficar leve, livre e solto.
Solto? Livre? Uma pena eu ter conquistado estes 2 últimos itens. Não seria ruim se eu fosse leve, comprometido e preso.
Para eu ser preso basta que me parem numa blitz na mdarugada. Para eu ser comprometido basta que uma mulher diferenciada não me deixe beber se eu estiver dirigindo. Amar é zelar pelo q se acha que é seu. Pura ilusão romântica.
Hoje li a Capricho da Clara e percebi que a publicação é responsável pela transformação de meninas em ninfetas. O assunto sexo é assumido como se todas já praticassem o ritual.
Namorar pelado é abordado até mesmo em casos de verão. Aquelas história de janeiro nas quais as meninas estão na sorveteria com suas primas, tias e avós e na outra mesa tem alguns jovens canalhas de boné, prancha de isopor, tatuagem de chicletes e picolé de itu de 2 cores pingando na camiseta do BEN 10. Na minha época não era assim, a camiseta era do Juba e Lula.
Ainda tenho muito o que passar com essa minha princesa. Nunca estarei preparado.
Maldita cultura televisiva mediocrática.
O rei aqui tem que morrer, sem achar graça sequer dos bobos da corte cortejadores.
Música do dia: Someone like you - Adele
Frase do dia: Sinhá Moça
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